segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

A experiência de construir uma história em grupo

    Essa terceira postagem, quero comentar sobre uma atividade oferecida pelo Seminário Integrador II, que me marcou muito. A atividade é a reflexão da experiência de construir uma história em grupo. Admito, acho que foi a atividade em grupo que eu mais gostei em realizar durante todo o curso até agora, porque nunca me senti tão próxima dos meus colegas, como me senti realizando essa tarefa em grupo com eles, percebo que foi o momento que eu consegui interagir mais, pois muitos eu não sabia nem o nome ainda. A atividade é referente a postagem do dia 22 de outubro de 2015. Eu gostei tanto dessa tarefa que tentei realizar ela com os meus alunos, porém de um modo diferente, através do papel e da caneta. Deu certo, eles também amaram em fazer.
Durante o meu estágio tentei realizar vários trabalhos em grupos, porque eu acredito que se produz muito mais no coletivo do que no individual. 

    Segundo Vygotsky (1989) é um dos autores que vem embasando um grande número de estudos direcionados para o trabalho colaborativo na escola. Ele argumenta que “as atividades realizadas em grupo, de forma conjunta, oferecem enormes vantagens, que não estão disponíveis em ambientes de aprendizagem individualizada”. O autor esclarece que a constituição dos sujeitos, assim como seu aprendizado e seus processos de pensamento (intrapsicológicos), ocorrem mediados pela relação com outras pessoas (processos interpsicológicos). Elas produzem modelos referenciais que servem de base para nossos comportamentos e entendimento, assim como para os significados que damos às coisas e pessoas.
   Abaixo segue a reflexão em que realizei na época referente a história que eu e meu grupo fizemos sobre "Amor de Verão".

A experiência de construir uma história em grupo

     A proposta foi incrível, pois fez eu relembrar o tempo de escola, em que eu estudava no terceiro ano do ensino médio.      Construir uma história coletivamente em grupo foi algo extraordinariamente. A experiência de ter que escolher um determinado gênero textual e desenvolver uma história em cima dele é difícil, porque você tem que pensar como grupo e não individualmente, você tem que vivenciar a realidade daquele personagem escolhido como se fosse você mesmo passando por aquela situação, ou seja, você tem que incorporar o personagem da história dentro de si mesmo, porque se não você não consegue desenvolver e realizar um bom trabalho. Muitas vezes na construção de um texto você aprende com os erros do colega e com os seus próprios erros também. Eu mesmo ao reler todo o texto percebi que eu perdi na primeira postagem o fio da meada como se diz, mas graças a Deus e aos colegas conseguimos recuperar a história e concluí-la com o sentido em que começamos.
    Confesso que ao ler o início da história não gostei muito, porque percebi que eu teria que incorporar um personagem deprimido por causa de uma traição terrível, algo que eu nunca passei, mas que eu tenho muito medo de pensar que realmente possa acontecer, porém o sentido da história foi mudando ao se desenrolar e eu fui gostando desse desfeche, pois o personagem foi mudando do seu jeito deprimido para um modo alegre e cheio de esperanças e vida. Fiquei pensando:
- Será que nas novelas é assim?
Também pensei:
 - Nossa para um escritor deve ser um desafio escrever uma obra, mas deve ser compensador e maravilhoso.
    Eu gostei muito de realizar este trabalho, pois ficava ansiosa de quando seria o meu dia para postar e dar continuidade ao pensamento do meu colega, porque eu pensava o que será que o colega havia escrito.
   Também me surpreendi com o final em que eu dei para a história, pois o final sempre pode nos surpreender e ser diferente daquilo que imaginamos no início como seria.
   Outro ponto importante que eu gostaria de destacar é que eu me apaixonei pelo personagem Ricardo da história, porque o personagem é um verdadeiro cavalheiro, um homem raro e romântico.
   Como já comentei antes e repito a falar: foi maravilhoso escrever a história. Seria interessante se todos os grupos construíssem várias histórias nas diversas tipologias textuais.
   Sugestão: Seria legal se a turma construísse um livro juntos com um determinado gênero.

Falando sobre minha mini-história docente

    Nessa segunda postagem que escolhi para comentar e fazer a minha reflexão é referente a postagem do dia 03 de maio de 2015, que se refere a uma atividade da interdisciplina: Escola, Projeto Pedagógico e Currículo, referente a minha mini-história docente.
   Essa atividade foi uma das que eu mais gostei de realizar, porque mostra desde o início do curso do Pead, como nossos professores se preocupavam em conhecer nossa história e nossa trajetória na educação. Percebo que até hoje, mesmo no oitavo semestre do curso, os professores do Pead nos dão essa oportunidade de falar da nossa trajetória como professoras, percebi isso agora no estágio final do curso, criando minha página de perfil no PBworks e me apresentando como professora, ou seja, quem sou eu. Isso é muito importante e gratificante para nós professores, poder contar como começou nossa caminhada na educação, saber que alguém se importa com a nossa história de professoras, que não é como muitos falam que a educação está perdida, pois isso não é verdade, porque temos professores que se preocupam com nossa formação e nos preparam para contribuir com o futuro da educação.

A importância do Portfólio.

 A primeira postagem que escolhi para comentar e fazer a minha reflexão é referente a postagem do dia 06 de setembro de 2015, que se refere a um trabalho em grupo realizado em uma aula presencial do Seminário Integrador II, que fala  da importância do portfólio.
   Admito que no segundo semestre do curso eu não compreendia exatamente o que era solicitado, pois falar de aprendizagem nunca é fácil, ainda mais em um trabalho em grupo, porque cada um tem uma concepção diferente do que é aprendizagem, mas temos que chegar a um denominador comum.
  Confesso que muitas vezes eu relatava apenas o que acontecia na aula presencial, como se esquecesse que o curso é em AD, porém não era proposital, pois infelizmente eu não conseguia ter a visão que o que ocorria na aula presencial era aquilo que nós estávamos estudando a teoria em AD e tentando colocar na prática, muitas vezes em nossa própria sala de aula.
 Costumava a postar fotos ou imagem de um trabalho em grupo realizado, sem mesmo descrever o que a imagem representava, sem demonstrar efetivamente o que eu havia aprendido, mas não foi por falta de orientação dos tutores, na verdade foi uma falha minha, que não conseguia perceber e entender que faltava evidências e argumentos para detalhar a postagem. 
   Hoje, percebo que durante o curso aprendi que a aprendizagem é uma das funções mentais mais importantes, portanto é importante que o professor perceba o papel fundamental dele, que é: motivar, provocar, incentivar e estimular o aluno em sua descoberta para que haja a aprendizagem.
   Em minha sala de aula sempre procuro motivar os meus alunos irem à busca de novas descobertas, através da curiosidade, da leitura e da pesquisa. Procuro incentivar eles a serem alunos pensantes, pesquisadores, criadores, escritores e leitores de sua própria história.
     Acredito que a vida é um aprendizado constante, por isso, estamos sempre no processo do construtivismo.
     Para Freire (2002), “O ensino precisa gerar a capacidade de ler, apreender e transformar situações marcadas pela exploração, negligência, discriminação, entre tantos outros problemas sociais existentes em nosso meio”. Para tanto precisamos de um ambiente escolar no qual o aluno desenvolva sua capacidade de leitura e interpretação das diferentes situações vivenciadas por ele e que se faça sujeito ativo na sua comunidade".

Professor Reflexivo

     A décima postagem refere-se ao dia 26 de julho de 2017, conforme mostra o link: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2017/07/professor-r...