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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

EDUCAR UMA INFÂNCIA PÓS-MODERNA


EDUCAR UMA INFÂNCIA PÓS-MODERNA


    Educar uma criança nos dias de hoje é muito fácil, pois as crianças estão cada vez mais autônomas de si mesmo.

    Muitas crianças hoje em dia sabem lidar com a evolução do mundo e com a tecnologia melhor do que muitos adultos e isso é bom.

    Os alunos que temos hoje em sala de aula eles conseguem pensar, prestar a atenção na explicação do professor, argumentar e mexer no celular ao mesmo tempo, porém este aluno é dependente cada vez mais do consumismo e das novas tecnologias. Por um lado é bom, pois a criança se torna cada vez mais um ser pensante e autônomo para o futuro, porém vem a seguinte pergunta: O consumismo é importante até que ponto?

   Não podemos esquecer que queremos crianças autônomas, pensantes e que estamos preparando seres para saber enfrentar os desafios propostos de cada dia. É claro não queremos e não podemos tirar delas o direto e o dever de brincar, portanto devemos estimular nossos pequenos sim, porque a mídia desempenha muito bem este papel, mas nós como pais e educadores que somos  não podemos esquecer que nenhum objeto de consumo ou aparelho eletrônico substitui um afeto, um carinho e as trocas de experiências entre uma relação de pais, filhos, alunos e professores.

Reflexão sobre o texto do Momo


REFLEXÃO SOBRE O TEXTO DO MOMO


Caracterize três marcas do que se entende por “pós-moderno”.

    Condição pós-moderna. Sujeitos escolares pós-modernos. Podemos caracterizar três marcas do que se entende  por “pós-modernos” em: Mídia, consumo e escola.

    Mídia, porque a tecnologia está cada vez mais avançada e atraindo o interesse cada vez mais dos nossos pequenos.

   O consumo, porque precisamos evoluir de acordo com o mundo, pois a evolução e o desenvolvimento não para.

   Escola: Nossas crianças hoje em dia conseguem ao mesmo tempo prestar atenção em mais de uma coisa. Como por exemplo: Prestar atenção na explicação do professor, estudar e mexer no celular ao mesmo tempo.

    O exposto ao longo deste artigo demonstra que vivenciamos um estado da cultura  com implicações contundentes da mídia e do consumo  que tem se configurado diferentemente daquele da modernidade e nos permite pensar que tal estado produz sujeitos distintos dos sujeitos modernos.



    O que significa pensar o tempo atual com base no binômio solidez/liquidez?

 
      Para o autor, em relação a essa solidez, citando o economista Daniel Cohen, da Sorbonne, diz respeito ao trabalho. Na fase sólida da modernidade, o indivíduo, ao entrar em uma empresa como a Ford, sabia exatamente quais os passos que deveria dar, quais os caminhos que deveria seguir para mudar de posto sucessivamente até atingir o mais alto grau dentro da empresa, e, é claro, isso poderia levar uma vida. Ou então o funcionário poderia optar por fazer sempre a mesma coisa e ter quase certeza de que permaneceria no mesmo posto durante anos. No entanto, na atualidade, o “derretimento dos sólidos” não ocorre de forma a colocar outros mais duradouros em seu lugar, não pretende construir uma nova ordem para substituir a velha ordem defeituosa, mas adquire novos sentidos. O que acontece no mundo contemporâneo é o “derretimento” das próprias forças que pretendiam gerar e manter a ordem. Dessa forma, o que é “derretido” não se transforma em outro sólido, mas permanece em estado fluido, seu “futuro” é a própria liquefação.


Explique a frase: “a mídia tem sido uma das principais produtoras das representações que compartilhamos” (p. 79). Para construir sua resposta, utilize-se do exemplo da “representação do corpo”, oferecido pela autora (p. 79-80)

Segundo a autora, a mídia tem alterado, modificado, os processos de produção, circulação e consumo de significados, compondo uma cultura distinta da cultura de outras épocas. Como sintetiza o próprio Hall (1997, p. 1): “[...] a cultura tem a ver com ‘significados partilhados’”. Considerando que os significados culturais são estabelecidos através de práticas sociais como a própria representação, devo dizer que, nas sociedades ocidentais contemporâneas, a mídia tem sido uma das principais produtoras das representações que compartilhamos. Tomando como exemplo a representação em relação ao corpo, destaco que esta tem se organizado em função do que Sarlo (2000) considera como o mito da beleza e da juventude, pois a beleza e a juventude seriam “sinônimos” de saúde. Lipovetsky (2005) também argumenta que, na contemporaneidade, já não é importante expor a fortuna que se tem, mas parecer jovem e realçar a beleza. Aprendemos o que é ser belo e ser jovem através das representações que a mídia produz e põe em circulação. Por meio da mídia, das formas de representação e dos discursos colocados em circulação, criamos parâmetros para, por exemplo, avaliar e produzir nosso próprio corpo. Estabelecemos padrões de exigência que acabam regulando e promovendo o consumo de alimentos, de roupas, de procedimentos estéticos ou cirúrgicos para atingir o corpo almejado.

     O que a autora quer nos dizer acima é que a mídia é a grande responsável pelas mudanças, pois através do que é divulgado na mídia muitos de nós ou pelo menos a grande maioria quer está de acordo com ela, porque queremos estar sempre evoluindo e atualizados. Nosso corpo e nossas atitudes são a própria representação disso.

Considerando as discussões que o texto oferece, como as crianças se veem hoje implicadas numa sociedade do consumo?

     Acredito eu que as crianças de hoje em dia conseguem pensar e realizar muitas coisas ao mesmo tempo, que muitos de nós adultos já não conseguimos fazer isso. Essas crianças lidam com a tecnologia melhor do que os adultos, portanto considero as crianças dependentes do consumo.

 

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Visita aos portfólio

    Agora de noite resolvi fazer uma experiência diferente. Entrei em alguns portfólios de algumas colegas e resolvi fazer um comentário abaixo das postagens que eu achava interessante. É claro que eu não consegui entrar no de todos, pois são muitos.
    Resolvi sair um pouco da zona de conforto e tentar conhecer melhor as vivências e experiências das minhas colegas. Encontrei portfólios diversificados, interessantes e com fundo igual ao meu. Achei legal comentar, pois acho que é uma forma de tentar aproximar-me mais dos colegas, porque tenho medo que chegue ao final do curso e eu não tenha trocado experiência e interagido com todo mundo, conforme eu gostaria. Portanto, colegas vamos trocar experiências, pois o blog é uma ferramenta realizada para isto. Convido à todos para visitar meu blog e deixar seu recadinho, assim como eu pretendo continuar aproximando-me mais de vocês através do blog.

   Um abraço e boa noite à todos!

Professor Reflexivo

     A décima postagem refere-se ao dia 26 de julho de 2017, conforme mostra o link: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2017/07/professor-r...