Essa terceira postagem, quero comentar sobre uma atividade oferecida pelo Seminário Integrador II, que me marcou muito. A atividade é a reflexão da experiência de construir uma história em grupo. Admito, acho que foi a atividade em grupo que eu mais gostei em realizar durante todo o curso até agora, porque nunca me senti tão próxima dos meus colegas, como me senti realizando essa tarefa em grupo com eles, percebo que foi o momento que eu consegui interagir mais, pois muitos eu não sabia nem o nome ainda. A atividade é referente a postagem do dia 22 de outubro de 2015. Eu gostei tanto dessa tarefa que tentei realizar ela com os meus alunos, porém de um modo diferente, através do papel e da caneta. Deu certo, eles também amaram em fazer.
Durante o meu estágio tentei realizar vários trabalhos em grupos, porque eu acredito que se produz muito mais no coletivo do que no individual.
Segundo Vygotsky (1989) é um dos autores que vem embasando um grande número de estudos direcionados para o trabalho colaborativo na escola. Ele argumenta que “as atividades realizadas em grupo, de forma conjunta, oferecem enormes vantagens, que não estão disponíveis em ambientes de aprendizagem individualizada”. O autor esclarece que a constituição dos sujeitos, assim como seu aprendizado e seus processos de pensamento (intrapsicológicos), ocorrem mediados pela relação com outras pessoas (processos interpsicológicos). Elas produzem modelos referenciais que servem de base para nossos comportamentos e entendimento, assim como para os significados que damos às coisas e pessoas.
Abaixo segue a reflexão em que realizei na época referente a história que eu e meu grupo fizemos sobre "Amor de Verão".A experiência de construir uma história em grupo
A proposta foi incrível, pois fez eu relembrar o tempo de escola, em que eu estudava no terceiro ano do ensino médio. Construir uma história coletivamente em grupo foi algo extraordinariamente. A experiência de ter que escolher um determinado gênero textual e desenvolver uma história em cima dele é difícil, porque você tem que pensar como grupo e não individualmente, você tem que vivenciar a realidade daquele personagem escolhido como se fosse você mesmo passando por aquela situação, ou seja, você tem que incorporar o personagem da história dentro de si mesmo, porque se não você não consegue desenvolver e realizar um bom trabalho. Muitas vezes na construção de um texto você aprende com os erros do colega e com os seus próprios erros também. Eu mesmo ao reler todo o texto percebi que eu perdi na primeira postagem o fio da meada como se diz, mas graças a Deus e aos colegas conseguimos recuperar a história e concluí-la com o sentido em que começamos.
Confesso que ao ler o início da história não gostei muito, porque percebi que eu teria que incorporar um personagem deprimido por causa de uma traição terrível, algo que eu nunca passei, mas que eu tenho muito medo de pensar que realmente possa acontecer, porém o sentido da história foi mudando ao se desenrolar e eu fui gostando desse desfeche, pois o personagem foi mudando do seu jeito deprimido para um modo alegre e cheio de esperanças e vida. Fiquei pensando:
- Será que nas novelas é assim?
Também pensei:
- Nossa para um escritor deve ser um desafio escrever uma obra, mas deve ser compensador e maravilhoso.
Eu gostei muito de realizar este trabalho, pois ficava ansiosa de quando seria o meu dia para postar e dar continuidade ao pensamento do meu colega, porque eu pensava o que será que o colega havia escrito.
Também me surpreendi com o final em que eu dei para a história, pois o final sempre pode nos surpreender e ser diferente daquilo que imaginamos no início como seria.
Outro ponto importante que eu gostaria de destacar é que eu me apaixonei pelo personagem Ricardo da história, porque o personagem é um verdadeiro cavalheiro, um homem raro e romântico.
Como já comentei antes e repito a falar: foi maravilhoso escrever a história. Seria interessante se todos os grupos construíssem várias histórias nas diversas tipologias textuais.
Sugestão: Seria legal se a turma construísse um livro juntos com um determinado gênero.
Confesso que ao ler o início da história não gostei muito, porque percebi que eu teria que incorporar um personagem deprimido por causa de uma traição terrível, algo que eu nunca passei, mas que eu tenho muito medo de pensar que realmente possa acontecer, porém o sentido da história foi mudando ao se desenrolar e eu fui gostando desse desfeche, pois o personagem foi mudando do seu jeito deprimido para um modo alegre e cheio de esperanças e vida. Fiquei pensando:
- Será que nas novelas é assim?
Também pensei:
- Nossa para um escritor deve ser um desafio escrever uma obra, mas deve ser compensador e maravilhoso.
Eu gostei muito de realizar este trabalho, pois ficava ansiosa de quando seria o meu dia para postar e dar continuidade ao pensamento do meu colega, porque eu pensava o que será que o colega havia escrito.
Também me surpreendi com o final em que eu dei para a história, pois o final sempre pode nos surpreender e ser diferente daquilo que imaginamos no início como seria.
Outro ponto importante que eu gostaria de destacar é que eu me apaixonei pelo personagem Ricardo da história, porque o personagem é um verdadeiro cavalheiro, um homem raro e romântico.
Como já comentei antes e repito a falar: foi maravilhoso escrever a história. Seria interessante se todos os grupos construíssem várias histórias nas diversas tipologias textuais.
Sugestão: Seria legal se a turma construísse um livro juntos com um determinado gênero.
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