sábado, 20 de julho de 2019
Psicologia da Vida Adulta
A terceira postagem que eu resolvi falar e fazer minha reflexão é referente a uma postagem sobre a depressão e a empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro, conforme mostra o link: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2017/04/psicologia-da-vida-adulta.html. Essa postagem é do dia 28 de abril de 2017, sobre a psicologia da vida adulta.
Hoje percebo que na época eu não havia comentado como esse estudo da depressão modificou meu modo de pensar e de planejar minha ação como educadora em sala de aula, portanto gostaria de comentar como esse estudo mudou minha forma de pensar e ajudar meu aluno melhor.
Muitas vezes nós professores estamos mais preocupados em ensinar aquele conteúdo que é imposto pelo ensino do que ver aquele aluno que está quieto muitas vezes ou agitado demais e não consegue avançar em sua aprendizagem.
Cada um tem sua história de vida diferente e muitas vezes um abraço vale mais que mil palavras.
Hoje tento ouvir mais o meu aluno, para poder ajudá-lo de uma forma melhor, porque muitas vezes aquela criança não tem com quem desabafar. Como que ela irá conseguir aprender algo se o que acontece na sua realidade no dia-a-dia é muito diferente do que lhe é apresentado para aprender?
Percebo que o que falta no ser humano e em muitas salas de aula é ouvir mais o outro, tentar compreende-lo, para tentar ajudar, assim com certeza o aluno terá um aprendizado significativo. O aluno tem que perceber que houve a empatia e que sempre há alguém que está disposto em ajudá-lo e não fazer o que muitos professores infelizmente fazem que é rodar o aluno, porque ele não se esforçou o suficiente para passar. Me desculpem, mas isso de dizer que o aluno terá uma nova oportunidade em aprender no próximo ano não é ajudar o aluno a crescer e ir para frente, mas simplesmente querer se livrar daquele problema naquele momento e jogar toda a culpa em cima do aluno, para não ter mais trabalho no final do ano para corrigir.
Infelizmente conheço muitos "profissionais" que fazem isso no final do ano, porque estão sobrecarregados de trabalho e acham melhor tocar o "problema" para resolver no ano seguinte.
quarta-feira, 17 de julho de 2019
Cena
Nessa segunda postagem que resolvi fazer minha reflexão e comentar é referente a uma postagem do dia 04 de agosto de 2018, conforme mostra o link:https://gimenabgimenez.blogspot.com/2018/. Essa era uma postagem que fala de uma aula presencial fantástica que tivemos, pois com a ajuda de alguns professores e tutores tivemos que dar início a um trabalho de cinco folhas escritas, ou seja, digitadas que deveria ser terminado naquela aula mesmo. Ao total tínhamos 3 horas para dar início e concluir aquela atividade, ou seja, o horário da aula presencial. Se eu não me engano era o início de um segundo workshop de avaliação daquele semestre. Graças a Deus e com a ajuda de alguns professores e tutores que se disponibilizaram em ajudar, muitas de nós colegas conseguiram entregar a tarefa, mas eu infelizmente não consegui. Faltou pouco, mas não deu, pois o tempo esgotou. Se eu não me engano cheguei a digitar quatro folhas. Não foi por falta de ajuda, pois com a graça de Deus existem profissionais e profissionais que estão sempre dispostos em ajudar.
Hoje percebo que a questão é que eu deveria ter me preparado melhor para aquele trabalho, deveria ter levado um pendrive com o conteúdo sugerido pela universidade, assim como muitas colegas minhas fizeram, pois isso iria facilitar na hora da escrita, porque só o meu esforço, tentar poupar tempo e dedicação não basta é preciso muito mais do que isso.
Hoje percebo que a questão é que eu deveria ter me preparado melhor para aquele trabalho, deveria ter levado um pendrive com o conteúdo sugerido pela universidade, assim como muitas colegas minhas fizeram, pois isso iria facilitar na hora da escrita, porque só o meu esforço, tentar poupar tempo e dedicação não basta é preciso muito mais do que isso.
A avaliação
A primeira postagem que resolvi comentar e fazer minha reflexão é referente a postagem do dia 04 de agosto de 2017, que refere-se a avaliação, conforme mostra o link abaixo: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2017/.
Resolvi comentar sobre essa postagem, porque que na época eu não soube definir direito o que era a avaliação para mim. Com o estágio curricular aprendi muito sobre o que é avaliação de fato, portanto gostaria de acrescentar como eu vejo a avaliação hoje.
O que falar sobre a avaliação?
Aprendi que falar de avaliação nem sempre é fácil, pois é um tema que gera bastante polêmica entre os professores, porque muitos têm anos de profissão, mas ainda não sabem qual critério utilizar para avaliar seus alunos e acaba utilizando o método mais fácil, que é o classificatório e atribuir apenas uma nota em cima.
A avaliação ela não pode ser classificatória, mas sim mediadora. É muito fácil chegar a uma turma, jogar uma listagem de conteúdos a serem estudados pelos alunos, elaborar somente um modelo de prova, sem mesmo perceber o nível de aprendizagem daquele aluno e atribuir uma nota em cima daquela prova que o aluno realizou, ou seja, o aluno ele não aprende, pois ele apenas decora respostas para cada uma daquelas perguntas. Chega ao final do ano, o aluno é reprovado. Sabe de quem é a culpa? Dele mesmo, porque não estudou. Será mesmo que a culpa é somente do aluno? É muito fácil reprovar o aluno, porque ele não estudou, mas nós enquanto educadores o que realizamos para obter de nossos alunos um aprendizado significativo e construtivo para que o aluno obtenha um aprendizado de verdade e não apenas atribuir uma nota em cima dele? É uma questão que todo educador tem que parar e refletir.
Na minha concepção, a avaliação é diagnóstica. Ela tem que ser realizada todos os dias, através das observações diárias e registros. Costumo a avaliar meus alunos de diversas formas, através de: trabalhos em grupos, pesquisas, construções, contação de história, apresentações e também testes avaliativos de Língua Portuguesa e Matemática, conforme é solicitado pela escola.
Não basta avaliar a aprendizagem priorizando a questão do aspecto quantitativo (a nota) sobre o qualitativo (o que foi apreendido).
Luckesi (1999), fala a respeito disso quando diz: “a característica que de imediato se evidencia na nossa prática educativa é a de que a avaliação da aprendizagem ganha um espaço tão amplo nos processos de ensino que nossa prática educativa escolar passou a ser direcionada por uma Pedagogia do Exame”.
Dessa forma, o sistema de ensino continua ligado a aprovação e reprovação, os responsáveis pelos discentes desejam que eles sejam aprovados mediante uma prova ou teste específico que por vezes não tem a função de diagnosticar, mas enfatizar a rotulação de uma aprendizagem e não a sua construção.
Ainda sob a visão de Luckesi (1999), “a avaliação é uma ferramenta da qual o ser humano não se livra. Ela faz parte de seu modo de agir, e por isso é necessário que seja usada da melhor forma possível”. Avaliar, segundo o autor, é um ato amoroso, por isso é preciso trazer o educando para esse processo; este é um dos objetivos da Psicopedagogia Institucional: oportunizar aprendizagens afetivamente.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Etapas de Entrega de Trabalhos.
A décima postagem que escolhi para comentar e fazer a minha reflexão é referente a postagem do dia 13 de abril de 2016, que se refere a essa imagem abaixo:

Lembro-me que na época quando postei essa postagem eu não fiz a reflexão dela direito, pois hoje eu me dou conta disso, porque achava que simplesmente postar uma imagem já dizia tudo.
Percebo também hoje o quanto nossos professores nos aconselhavam com a organização do nosso tempo, para não passarmos no aperto da entrega de trabalhos. Realmente acredito que o tempo foi o meu maior inimigo durante o curso e de algumas colegas minhas também, porque percebo a dificuldade de conciliar aula, trabalho, família, trabalhos de casa, dormir, hobbies, comer, atividades extracurriculares, vida amorosa e amigos. Infelizmente se você não tem uma boa organização com o tempo você não consegue fazer tudo, por isso, a importância de um bom planejamento, principalmente com o seu tempo. É triste dizer, mas admito: hoje percebo que tenho muita dificuldade em organizar o meu tempo.
Link da postagem: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2016/04/etapas-de-entrega-de-trabalhos.html.

Lembro-me que na época quando postei essa postagem eu não fiz a reflexão dela direito, pois hoje eu me dou conta disso, porque achava que simplesmente postar uma imagem já dizia tudo.
Percebo também hoje o quanto nossos professores nos aconselhavam com a organização do nosso tempo, para não passarmos no aperto da entrega de trabalhos. Realmente acredito que o tempo foi o meu maior inimigo durante o curso e de algumas colegas minhas também, porque percebo a dificuldade de conciliar aula, trabalho, família, trabalhos de casa, dormir, hobbies, comer, atividades extracurriculares, vida amorosa e amigos. Infelizmente se você não tem uma boa organização com o tempo você não consegue fazer tudo, por isso, a importância de um bom planejamento, principalmente com o seu tempo. É triste dizer, mas admito: hoje percebo que tenho muita dificuldade em organizar o meu tempo.
Link da postagem: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2016/04/etapas-de-entrega-de-trabalhos.html.
A dinâmica da "Teia de Aranha"
Como já citei antes, tem coisas que faz você refletir, pensar e agir diferente, mas também tem coisas boas que deve permanecer.
A nona postagem que quero comentar e falar da minha reflexão, refere-se a uma das aulas da interdisciplina do Seminário Integrador I, que me marcou muito, porque foi a primeira aula que eu comecei a conhecer e a interagir mais com as minhas colegas do curso do PEAD.
Outro ponto é que eu já realizava essa dinâmica com os meus alunos em sala de aula e ainda continuo realizando até hoje, pois afinal devemos permanecer com coisas boas. Essa dinâmica da "Teia de Aranha", que o Seminário Integrador I nos proporcionou, motivou muito minha permanência no primeiro semestre do curso no PEAD, porque muitas vezes eu me questionava se estava sendo uma boa professora em sala de aula e se estava realizando o meu trabalho direito, o PEAD me deu esse incentivo ao realizar essa dinâmica, porque eu vi que o meu trabalho não estava tão errado em sala de aula e que o curso só iria me acrescentar mais na minha formação e me dar ideias novas de como realizar um bom trabalho com os meus pequenos.
A nona postagem que quero comentar e falar da minha reflexão, refere-se a uma das aulas da interdisciplina do Seminário Integrador I, que me marcou muito, porque foi a primeira aula que eu comecei a conhecer e a interagir mais com as minhas colegas do curso do PEAD.
Outro ponto é que eu já realizava essa dinâmica com os meus alunos em sala de aula e ainda continuo realizando até hoje, pois afinal devemos permanecer com coisas boas. Essa dinâmica da "Teia de Aranha", que o Seminário Integrador I nos proporcionou, motivou muito minha permanência no primeiro semestre do curso no PEAD, porque muitas vezes eu me questionava se estava sendo uma boa professora em sala de aula e se estava realizando o meu trabalho direito, o PEAD me deu esse incentivo ao realizar essa dinâmica, porque eu vi que o meu trabalho não estava tão errado em sala de aula e que o curso só iria me acrescentar mais na minha formação e me dar ideias novas de como realizar um bom trabalho com os meus pequenos.
Fazer essa reflexão no oitavo semestre do curso está sendo muito gratificante para mim, pois parece que foi ontem que ocorreu essa aula maravilhosa do Seminário Integrador I. Hoje, percebo que o curso com certeza irá deixar saudades.
A reflexão que eu citei refere-se a postagem do dia 19 de junho de 2015, conforme mostra o link:https://gimenabgimenez.blogspot.com/2015/06/a-ultima-aula-do-seminario-integrador.html#comment-form.
Pegadas e cicatrizes.
A oitava postagem que eu escolhi para comentar e fazer a minha reflexão, refere-se a postagem do dia 30 de março de 2016, conforme mostra o link: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2016/03/atividade-do-encontro-do-dia-23-de-marco.html#comment-form. Como já citei antes, percebo que tive muita dificuldade nos primeiros semestres do curso, no que postar no blog exatamente, pois como eu nunca havia tido um blog antes e de uma hora para outra eu comecei a ter, pensei no início que eu poderia postar o que eu quisesse, porque achava que o blog era como se fosse uma rede social igual ao facebook, portanto se o blog era meu, eu poderia postar o que eu achasse interessante.
Hoje graças a Deus e com a ajuda de meus professores e tutores, consigo ter o discernimento que o blog foi feito para nos ajudar durante todo o curso, que na verdade ele é o nosso portfólio de aprendizagens, onde fica registrado tudo o que aprendemos. Hoje consigo ter essa visão de como eu estava errada antes. Entendi também, que quando vamos postar algo que achamos interessante e que tem haver com o o curso ou com o que aprendemos, devemos parar e fazer uma reflexão sobre o que queremos dizer, transmitir ou sobre o que entendemos sobre o que postamos, sobre aquela postagem que tem nos acrescentar algo.
Em relação a essa postagem, consigo perceber a reflexão que devemos fazer dentro de nossa sala de aula. Como por exemplo: Que tipo de profissional eu estou sendo? Será que estou deixando pegadas em meus alunos ou cicatrizes? É uma postagem para refletir o tipo de profissional que estamos sendo em cada aula que administramos.
Hoje graças a Deus e com a ajuda de meus professores e tutores, consigo ter o discernimento que o blog foi feito para nos ajudar durante todo o curso, que na verdade ele é o nosso portfólio de aprendizagens, onde fica registrado tudo o que aprendemos. Hoje consigo ter essa visão de como eu estava errada antes. Entendi também, que quando vamos postar algo que achamos interessante e que tem haver com o o curso ou com o que aprendemos, devemos parar e fazer uma reflexão sobre o que queremos dizer, transmitir ou sobre o que entendemos sobre o que postamos, sobre aquela postagem que tem nos acrescentar algo.
Em relação a essa postagem, consigo perceber a reflexão que devemos fazer dentro de nossa sala de aula. Como por exemplo: Que tipo de profissional eu estou sendo? Será que estou deixando pegadas em meus alunos ou cicatrizes? É uma postagem para refletir o tipo de profissional que estamos sendo em cada aula que administramos.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Ludicidade
Essa sétima postagem que eu escolhi para refletir e comentar fala um pouco sobre a interdisciplina de Ludicidade, referente a postagem do dia 16 de maio de 2016, conforme mostra o link: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2016/05/falando-um-pouco-da-aula-de-ludicidade.html#comment-form. Eu não poderia deixar de falar nessa minha reflexão da postagem mais elogiada do meu blog e que me marcou muito.
A interdisciplina de Ludicidade foi uma das que eu mais gostei durante o curso, porque eu amo trabalhar com o lúdico. Durante o meu estágio na turma, tentei elaborar minhas aulas com o método mais lúdico possível, porque eu acredito que se aprende muito mais através do lúdico do que uma aula tradicional de quadro, caderno e folha. Tentei colocar em prática o que eu aprendi durante esses anos no PEAD.
Tem coisas que faz você refletir, pensar e agir diferente, mas também tem coisas boas que deve permanecer. O exemplo disso foi essa aula de Ludicidade do PEAD, que meu pensamento permanece o mesmo, tanto que coloquei várias vezes em prática na minha sala de aula.
A primeira aula presencial de Ludicidade e Educação foi simplesmente fantástica, pois fez eu me sentir como uma criança novamente. As vezes, nós os adultos, estamos tão atribulados com compromissos e responsabilidades, que acabamos esquecendo a verdadeira criança que existe dentro de cada um de nós.
A aula de Ludicidade nos proporcionou a descontrair, a tirar a tensão e o peso que acarretamos cada dia, nos ajudou a aprender brincando, nos tirou da zona de conforto e fez nos expressar de forma corporal. Acho isso muito importante, porque nos tira da aula tradicional maçante de só ouvir e escrever produções de textos.
A aula foi tão maravilhosa que fez eu lembrar do tempo que eu estudava a disciplina de Educação Física no curso do Magistério, pois a professora fazia a mesma coisa com nós, porque antes de ensinar os alunos uma brincadeira, nós que éramos futuras professoras experimentávamos antes essa brincadeira para depois sim aplicarmos com os nossos alunos.
Eu gostei tanto das brincadeiras que aprendi nessa aula que resolvi realizar na aula de Educação Física com os meus alunos. No aquecimento eu brinquei com eles do jogo que aprendemos de casa e inquilino, no moderado brincamos de energizado e no volta a calma de zip, zap e zup. Meus alunos adoraram a brincadeira, pois eles não conheciam nenhuma delas. Na verdade eles já estavam cansados de brincar com as mesmas brincadeiras que eles já conheciam. Como por exemplo: pega-pega paralitico, morto vivo e ovo podre.
Acho interessante aprendermos novas brincadeiras para levar para dentro da nossa escola e da nossa sala de aula, porque infelizmente existem professores que acham que aula de Educação Física é apenas dar uma corda para as meninas pularem e uma bola para os meninos jogarem. É uma pena que muitos colegas pensem assim, pois eles esquecem que temos que trabalhar a motricidade ampla, o equilíbrio, a lateralidade, o freio inibitório, entre outras coisas.
Meus alunos adoraram a aula e disseram que foi a melhor aula de Educação Física que eles tiveram.
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Professor Reflexivo
A décima postagem refere-se ao dia 26 de julho de 2017, conforme mostra o link: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2017/07/professor-r...
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