segunda-feira, 16 de maio de 2016

Falando um pouco da aula de Ludicidade

      Caros leitores!
 
   Quero compartilhar com vocês a experiência extraordinária que vivi e aprendi na minha aula de Ludicidade e Educação do PEAD e que realizei com os meus alunos.
   Sei que podem achar que é plágio de atividade, mas gostaria de compartilhar com todos os leitores que acessam o meu blogger e não só com os colegas do curso. Espero que entendam os meus motivos, porque ainda encontro dificuldades no que postar no blogger, porque acho muito difícil você não poder colocar no seu blogger algo que você mesmo escreveu e realizou em uma atividade, assim como também no seu workshop de avaliação, porém quero compartilhar com vocês a aula que me deu novamente ânimo para continuar no curso.
 
     A  primeira aula presencial de Ludicidade e Educação foi simplesmente fantástica, pois fez eu me sentir como uma criança novamente. As vezes, nós os adultos, estamos tão atribulados com compromissos e responsabilidades, que  acabamos esquecendo a verdadeira criança que existe dentro de cada um de nós.
  •     A aula de Ludicidade nos proporcionou a descontrair, a tirar a tensão e o peso que acarretamos cada dia, nos ajudou a aprender brincando, nos tirou da zona de conforto e fez nos expressar de forma corporal. Acho isso muito importante, porque nos tira da aula tradicional maçante de só ouvir e escrever produções de textos.
  •     A aula foi tão maravilhosa que fez eu lembrar do tempo que eu estudava a disciplina de Educação Física no curso do Magistério, pois a professora fazia a mesma coisa com nós, porque antes de ensinar os alunos uma brincadeira, nós que éramos futuras professoras experimentávamos antes essa brincadeira para depois sim aplicarmos com os nossos alunos.
  •      Eu gostei tanto das brincadeiras que aprendi nessa aula que resolvi realizar na aula de Educação Física com os meus alunos. No aquecimento eu brinquei com eles do jogo que aprendemos de casa e inquilino, no moderado brincamos de energizado e no volta a calma de zip, zap e zup. Meus alunos adoraram a brincadeira, pois eles não conheciam nenhuma delas. Na verdade eles já estavam cansados de brincar com as mesmas brincadeiras que eles já conheciam. Como por exemplo: pega-pega paralitico, morto vivo e ovo podre.
  •     Acho interessante aprendermos novas brincadeiras para levar para dentro da nossa escola e da nossa sala de aula, porque infelizmente existem professores que acham que aula de Educação Física é apenas dar uma corda para as meninas pularem e uma bola para os meninos jogarem. É uma pena que muitos colegas pensem assim, pois eles esquecem que temos que trabalhar a motricidade ampla, o equilíbrio, a lateralidade, o freio inibitório, entre outras coisas.
  •    Meus alunos adoraram a aula e disseram que foi a melhor aula de Educação Física que eles tiveram.
  • quarta-feira, 13 de abril de 2016

    Imagem que faz eu lembrar da tabela do tempo.


    Etapas de Entrega de Trabalhos

        Quando olhei esta imagem lembrei de uma aula da interdisciplina do Desenvolvimento e Aprendizagem Sob o Enfoque da Psicologia I. Interdisciplina que tivemos no semestre anterior e que eu considerei muito significativa na minha aprendizagem, porque ela fala do nosso inconsciente e dos nossos mecanismos de defesa. Escolhi esta imagem, porque ela retrata como me senti muitas vezes.

    Workshop de Avaliação - 16.12.2015 (Auditório - Parte 2)




        Ao entrar no moodle da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS para realizar meus trabalhos, acabei encontrando este vídeo, pelo qual fiquei muito emocionada em assisti-lo, pois ele mostra a defesa do meu 2° workshop de aprendizagem para a banca.  A sensação foi maravilhosa em assistir, porque mostra o esforço do meu trabalho e do meu estudo. Com certeza ainda tenho muito o que aprender e aprimorar, mas a gratificação de um dever cumprido foi imensa e satisfatória, pois deu um  ânimo para continuar fazendo os trabalhos e futuramente elaborar a defesa do meu próximo workshop de avaliação.

      Quem quiser assistir a apresentação da defesa do meu trabalho para a banca começa em torno dos 15 minutos em diante.

    CONTINUAÇÃO DA ATIVIDADE DO ENCONTRO DO DIA 23 DE MARÇO


       Este terceiro semestre do curso não está sendo fácil. Estou desiludida e me sinto desmotivada em realizar as atividades e postar no blogger.

       Quando achei que finalmente eu sabia o que postar no blogger percebo que só sei que nada sei.

       Neste semestre estou aprendendo a ter mais paciência com alguns colegas, pois há colegas que pensam que tem PhD e julgam trabalhos e postagens de outros colegas. Na minha opinião acho isso errado, pois todos estamos no mesmo barco, ou seja, todos nós estamos no curso para aprender algo novo, algo diferente e que acrescente em nossa formação, portanto não iremos ganhar nada diminuindo as postagens do outro colega ou sentindo-se superior ao outro. As vezes me pergunto o que iremos ganhar avaliando o trabalho de outro colega.

      Estou no curso para aprender cada vez mais e não para ficar julgando os erros de Português do colega e se o trabalho do colega está qualificado de acordo com a minha vontade e com o meu pensamento.

       Eu considero a banca do workshop de avaliação formada por dez colegas uma tortura, porque muitas vezes pensamos horas e horas como iremos elaborar nosso workshop neste semestre. Pensamos apresenta-lo da melhor forma possível, pois dedicamos nosso tempo e nosso esforço para a elaboração deste trabalho final, mas chega na hora há colegas que não concordam com nossa forma de pensar e avaliam nosso trabalho com um conceito lá em baixo, causando isso uma desunião na turma e um desconforto total para quem está apresentando, porque acabamos muito mais nos preocupando com a opinião dos colegas do que com a apresentação do próprio trabalho.

       Outro desconforto que aconteceu que irei relatar agora foi fora do curso, mas que fez eu lembrar de como eu trato os meus alunos. Encontrei por acaso em um passeio que estava fazendo com minha mãe uma tutora do curso. Naquele momento comentei com toda alegria com minha mãe que ela era uma das tutoras do curso. Sei que poderia ser indelicado da minha parte, mas queria apresentar para minha mãe uma das pessoas que me ajuda no PEAD, porém esta pessoa simplesmente fingiu em não me ver, passou por mim como se eu não estivesse ali. Fiquei triste e com vergonha, pois nao sabia o que falar para minha mãe, porque eu havia falado bem dessa pessoa e simplesmente passou por mim fazendo que não me reconheceu. Naquele momento me coloquei no lugar do meu aluno, pois percebi o quanto o meu aluno deve ter se sentido triste nas vezes que me cumprimentou na rua e eu simplesmente o ignorei. Muitas vezes pensei em até deixar de frequentar a praia que eu costumo a ir nas férias para não encontrar alguns alunos, mas hoje minha visão é outra, pois percebo o quanto a figura do professor é importante para aquele aluno, pois nós professores podemos ser os inspiradores e os admiradores daquelas crianças. O adulto também é uma eterna criança.

      Outra coisa que não concordo é colegas sugestionar o que devemos postar no blogger, pois se criamos um blogger o aluno tem total autonomia para postar o que está de acordo com o seu pensamento e não algo sugestionado, delimitado a agradar a outros colegas, porque se não o aluno não está tendo autonomia total.

       Desculpem se postei um desabafo e não algo produtivo, significativo que seja considerado uma postagem conceito A ou B, Sei que posso rodar ou me dar mal por causa dessa postagem, mas não posso ir contra o que eu penso. Desculpem se tornei minha postagem uma postagem de revolta, mas não aceito ser aluna passiva, mas sim ativa. Quando falo aluna ativa me refiro que não aceito outro colega dizer ou não se minha postagem está qualificada ou nao, pois afinal o blogger é meu e cada um tem sua forma de pensar como está aprendendo.  Mais uma vez peço desculpas de ter falado algo que não deveria ser falado. É apenas um desabafo.

      

    quarta-feira, 30 de março de 2016

    ATIVIDADE DO ENCONTRO DO DIA 23 DE MARÇO

            Seja qual área da vida que for devemos sempre deixar pegadas e nunca cicatrizes, principalmente na vida acadêmica.
     

    domingo, 14 de fevereiro de 2016

    SINTESE DA ATIVIDADE 2 E 3 SOBRE A ENTREVISTA DE EMÍLIA FERREIRO


    A entrevista com Emília Ferreiro e o texto sobre os desafios da prática pedagógica falam sobre o papel do adulto na influência da leitura e escrita na educação infantil, pois a criança não chega aos seis anos de idade sem saber nada na sala de aula, porque muitas coisas ela acaba aprendendo por si próprio, porém cabe ao adulto pais e professores a incentivarem a criança na sua descoberta. É muito fácil dar um livro a uma criança pequena e não explorá-lo junto com ela, pois seria a mesma coisa que alguém estivesse lendo grego, porque a criança levaria alguns anos para aprender a ler. Por isso, é importante que o adulto facilite em seu aprendizado para que a criança possa sentir o livro, fazer sua própria leitura através de imagens e apreciar o afeto e o carinho quando um adulto lhe abraça e conta- lhe uma história, pois isso estará incentivando a criança em seu aprendizado.

         Ao professor, guiado por seu desejo, cabe o esforço imenso de organizar, articular, tornar lógico seu campo de conhecimento e transmiti-lo a seus alunos.  A cada aluno cabe desarticular, retalhar, ingerir e digerir aqueles elementos transmitidos pelo professor, que se engancham em seu desejo, que fazem sentido para ele, que, pela via da transmissão única aberta entre ele e o  professor a via da transferência  encontram eco nas profundezas de sua existência de sujeito do inconsciente. 

      É importante aprender brincando.

    Professor Reflexivo

         A décima postagem refere-se ao dia 26 de julho de 2017, conforme mostra o link: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2017/07/professor-r...