sábado, 4 de agosto de 2018

Três Brincadeiras.


   Eu e meu grupo escolhemos essas três atividades para apresentar. Aprendi com esta atividade as brincadeiras que estão relacionadas e desenvolvem a consciência fonológica e que possuem relação com a oralidade e a escrita. Confesso que quando tive uma turma de 1° ano e 2° ano eu desenvolvia com eles essas atividades, mas admito que eu não pensava na consciência fonológica.

Apresente, no mínimo, 3 exemplos de atividades que desenvolvam consciência fonológica e que possuem uma relação com a oralidade e a escrita.

Ana Paula Brasil Gimenez
Gimena Barbosa Gimenez
Márcia Saraiva
Turma: E

Exemplos de 3 atividades consciência fonológica
Atividade 1
Ditado dos nomes
Descrição da atividade:
Trabalhar com os nomes dos alunos, utilizando a oralidade.
No momento da chamada, chamar e escrever o nome do aluno no quadro, por exemplo: “Rafael, termina com “el" e verificar a existência de mais alunos presentes com o nome com está terminação, como: Daniel l, Gabriel, etc.
Fazer isso com todos os nomes da chamada, usando também a sílaba inicial do nome e nomes que rimam.
Atividade 2
Janelinha do tempo
Trabalhando com a janelinha do tempo, dialogando com os alunos, como por exemplo: Está um dia chuvoso, questionar os alunos sobre o som da chuva, como: chuá chuá. Escrever no quadro a palavra chuva que se refere à representação do som repetido pelas crianças. “Outro ex: o som do trovão:” Troom! Aproveita-se para trabalhar o som do “tr" o que as crianças possuem dificuldades para pronunciar, assim busca-se outras palavras com tr como trator, estrada, trovão, trabalho. Estimular as crianças a repetir cada palavra e fazer exercícios orais “tr" mostrando a localização da língua durante esta pronúncia.
Atividade 3
Loteria das palavras
Descrição da atividade:
Vamos procurar qual é a palavra que tem o som parecido com ...leão?
Selecione o cartão do leão e diz que procure entre as figuras uma com o som parecido com leão. Espere que as crianças encontre aquela com som parecido e pergunte: Em que são parecidas?
Construa outras perguntas a partir das respostas das crianças. Coloque cada figura ao lado daquela que rima em seguida pronunciem cada uma com seu par.
Para essa atividade serão necessários 24 cartões de 6 por 6 cm com as seguintes ilustrações.
Aranha/picanha
Leão /melão
Sol/caracol
Pipoca/minhoca
Borboleta /pirueta
Caminhão /violão
Gato/Pato
Berço/terço
Campeão /sabão
Elefante/gigante

Síntese unidade 2, da EJA - Fórum

      Com esta atividade aprendi... Que ao longo da história da educação muitas experiências foram desenvolvidas na EJA. Artigos foram escritos, pesquisas realizadas, cursos e seminários apresentados. Porém a partir do ano 2000 destaca-se a estruturação da Secretaria de Educação continuada, alfabetização, diversidade e Inclusão (BRASIL, MEC/SECADI), que tem a função de promover políticas e programas voltados à potencialização do papel da educação nas mudanças culturais e sociais, assim como contribuir para a redução das desigualdades educacionais por meio da participação de todos os sujeitos em políticas que assegurem a ampliação do acesso à educação.
       A EJA destina-se aos alunos que não tiveram acesso à escola na idade própria ao ensino fundamental e ao ensino médio que não puderam dar continuidade aos estudos. Isto significa, que jovens e adultos estão fora da escola, tiveram talvez o acesso à escola, mas não tivesse a sua permanência, foram excluídos do acesso educacional por algum motivo. Essa modalidade de ensino vem para contribuir de forma significativa para o desenvolvimento destes sujeitos.

Quadro comparativo de Piaget, Vygotsky e Wallon


     Com esse trabalho em grupo que realizamos consegui analisar e aprender as semelhanças de Jean Piaget, Vygotsky e Henry Wallon e consegui perceber suas diferenças em pensamentos e teorias, conforme mostra o quadro.

Ana Paula Brasil Gimenez
Gimena Barbosa Gimenez
Marcia Saraiva
Turma: E
Em grupo, elabore um quadro de análise ou texto estabelecendo uma comparação entre as teorias já  estudadas: Epistemologia Genética de Piaget, Interacionismo Simbólico de Vygotsky, incluindo, agora, Henri Wallon. Analise as semelhanças e diferenças teóricas em relação à Linguagem.
Jean Piaget
Vygotsky
Henry Wallon
Interacionista
- construção endógena dos conceitos;
  Equilibrarão= assimilação + acomodação
- Fatores internos preponderam sobre os externos.
- Maturação biológica: estabelece condições prévias ao desenvolvimento cognitivo.
- Especifica idades para o desenvolvimento.
- Etapas do desenvolvimento
 1 ) sensório-motor ( 0 a 2 anos)
A partir de reflexões neurológicas básicas, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar mentalmente o meio. A
Inteligência é prática. As noções de espaço e tempo são construídas pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento.
2 )Pré-operatório (  2 a 7 anos)
Estágio da Inteligência Simbólica. Caracteriza-se, principalmente, pela interiorização de esquemas de ação construídos no estágio anterior (sensório-motor). 
- Linguagem egocêntrica.
 3 ) Operatório-concreto (7 a 11 anos)
A criança desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, já sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração.
desenvolve a capacidade de representar uma ação no sentido inverso de uma anterior, anulando a transformação observada (reversibilidade).
- Linguagem socializada.

 Interacionista
- Meio social prepondera sobre os fatores internos.
- Os conhecimentos são adquiridos a partir das relações interpessoais de troca com o meio social
 - Sujeito é ativo. Participa das atividades sociais.
-A aprendizagem se dá entre o sujeito do conhecimento e contexto.
- As mudanças sociais e culturais configuram o desenvolvimento das funções psicológicas e cognitivas.
 A linguagem é uma função adquirida entre o sujeito e o entorno, mas que biologicamente dependem de estruturas capazes de criar signos de comunicação verbal. É uma ferramenta social de contato que possibilita a troca com o outro.

- Teoria sobre as funções psicológicas superiores e como a linguagem e o pensamento estão fortemente conectados. São quatro os pensamentos-chave de sua teoria:
1 )  interação: o indivíduo precisa agir com o ambiente e com o outro sujeito.
 2 ) mediação: processo de intervenção de um elemento intermediário na relação.
 3 ) internalização: mecanismo que intervém no desenvolvimento das funções psicológicas complexas.
4 ) zona de desenvolvimento proximal: distância entre o que a criança faz sozinha e o que passa a fazer após a mediação de um adulto.

Interacionista
-As trocas relacionais da criança com os outros são fundamentais para o desenvolvimento da pessoa.
-Existência de conflitos no desenvolvimento do ser humano.
- Não especifica idades para o desenvolvimento.
- Etapas do desenvolvimento
 1) Estágio impulsivo emocional- Estágio afetivo, coordenação motora baixa.  Desenvolve-se melhor através do ambiente, passado da desordem gestual para às emoções diferenciadas.
 2) Estágio sensório-motor e projetivo
A inteligência é prática, obtida pela interação de objetos com o próprio corpo, e inteligência discursiva, adquirida pela imitação e apropriação da linguagem. Os pensamentos, nesse estágio, muito comumente se projetam em atos motores.
 3 ) Estágio do Personalismo
é marcado pela formação dos aspectos pessoais da criança, ou seja, da sua personalidade e da autoconsciência. Oposição sistemática ao adulto.
 4 ) Estágio Categorial
A criança desenvolve suas capacidades de memória e atenção voluntária e "seletiva”, abstrai conceitos concretos e começa o processo de categorização mental.
5 ) Estágio da Adolescência.
Transformações físicas e psicológicas por conta da superexcitarão de seu sistema endócrino. Autoafirmação e desenvolvimento sexual marcam esse estágio. Os conflitos internos e externos se fazem presente.

Campos Funcionais:
 - Afetividade: primeira forma de interação com o meio ambiente.
- Movimento: importância na atividade de estruturação do pensamento antes de adquirir a linguagem.
- Inteligência: relacionada com duas atividades cognitivas: raciocínio simbólico e linguagem.
- Formação do eu como pessoa: desenvolvimento e consciência da identidade do eu.



Referências:
http://www.blogpsicologos.com.br/psicologia/desenvolvimento-humano/item/98-estagios-desenvolvimento-para-henri-wallon
Slides Piaget e Vygotsky – linguagem – Moodle – EDUAD089 – E (18/01)


CENA


   Essa atividade sobre o texto a Cena que recebemos na aula do dia 18 de abril de 2018 foi muito legal, porque me senti desafiada a elaborar esse trabalho em um espaço muito curto de tempo, pois fez eu utilizar todas as minhas energias e concentração para esse trabalho. Gosto de trabalhos assim desafiadores. Com essa atividade aprendi a identificar o tipo de professora que eu costumo a ser em sala de aula. Eu particularmente me identifiquei muito com a professora Margarida e Rosa, porque a metodologia que eu procuro usar é a mesma que a delas, mas como citei no trabalho que vocês irão ver logo abaixo, existem muitos colegas de profissão que infelizmente são igual a professora Orquídea. Minha ex-diretora tinha a postura igual a do diretor do texto Antúrio.

CENA
    O texto a Cena trouxe em seu contexto uma introdução do que foi discutido em uma reunião pedagógica, pois se tratou de um grupo de professores reunidos, juntamente com a equipe diretiva da escola, onde o assunto principal discutido, ou seja, o tema central era sobre as dificuldades dos alunos que se manifesta nos índices oficiais de avaliação.
    O que o contexto quis nos dizer de fato: Quais foram os recursos e a metodologia utilizada para a avaliação desses alunos? Houve ensino/aprendizagem? Quando descobrimos se ocorreu de fato a aprendizagem no aluno? O que nós como professores educadores podemos fazer ou realizar para mediar uma determinada situação para que ocorra a aprendizagem em nosso aluno? Todo esse contexto deve ser observado, analisado, refletido e discutido para encontrarmos um meio de como irá ocorrer às próximas avaliações, ou seja, o que deve ser mantido e o que deve ser modificado para que os alunos atinjam os objetivos propostos e para que haja avanço nesses alunos que apresentam muitas dificuldades. Quais são as estratégias e recursos que serão utilizados para que o aluno avance em seu desenvolvimento? Esses são assuntos pertinentes a serem tratados em uma reunião pedagógica.
    Em muitas escolas não há essa reflexão e essa discussão como é mostrada nos professores do texto a “Cena”. É muito fácil apenas atribuir uma nota em cima da avaliação do aluno, apenas classificá-lo, porém uma prova não define de fato se houve a aprendizagem ou não. É preciso mais do que uma prova para a avaliação do aluno, é necessário: investigar, observar, registrar para depois sim realizar um diagnóstico.
    Infelizmente muitos educadores sentem-se como “donos da verdade e do conhecimento”, como a professora Orquídea do texto, que fala que se sente frustrada e que havia perdido tempo em seus finais de semana preparando excelentes aulas. Segundo a concepção da professora Orquídea, na sua sala de aula ela realiza boas exposições dos CONTEÚDOS e quando passa os exercícios os alunos não conseguem acertar nada, mesmo depois de ela ter repetido várias vezes a explicação. Acha que esses alunos de hoje não querem estudar, não dão a menor atenção para o que ela fala e só conversam. Lamentável dizer, mas infelizmente existem muitas professoras Orquídeas por ai, que simplesmente “jogam conteúdo em cima do aluno” e esperam um milagre em sua aprendizagem. Há muitos professores que são como a Orquídea, que não apresentam humildade de admitir seus próprios erros, como se o aluno não soubesse nada e fosse “o culpado de tudo”. A realidade é que é triste saber que existem profissionais da educação que não percebem seu verdadeiro papel de educador dentro de uma sala de aula ou escola, pois não conseguem enxergar que o papel do professor é mediar situação para que ocorra a aprendizagem no sujeito.
     O professor não está na escola para ser “o dono do saber”, mas sim para incentivar, motivar, entusiasmar, proporcionar, articular estratégias e trocar experiências com seus alunos para que haja o ensino/aprendizagem.
    É muito comum em conselhos de classe o professor mostrar apenas as provas dos alunos e começar a “julga-lo”, dizendo que o aluno não quer nada com nada e que as famílias não são estruturadas. É lamentável dizer, mas muitas vezes há profissionais que acham mais fácil jogar toda a responsabilidade em cima do próprio aluno e culpar as famílias por não estarem desenvolvendo seu papel e acompanhando a vida escolar do aluno, do que reconhecer e admitir seus próprios erros como educador e buscar meios para fazer algo diferente que possa de fato ajudar aquele individuo em sua aprendizagem.  
      Eu como educadora procuro agir como as professoras Margarida e Rosa, pois acredito que as escolas democráticas estão inseridas dentro de uma linha chamada de Pedagogia Libertária que se caracteriza por abordar a questão pedagógica diante de uma perspectiva baseada na liberdade e igualdade, eliminando as relações autoritárias presentes no modelo educacional tradicional.
     Eu igual como a professora Margarida, também trabalhava antes como a professora Orquídea, mas agora tenho trabalhado com desafios. Acredito que os alunos aprendem mais. Eles resolvem individualmente e depois discutem com os colegas em grupos. Enquanto eles trabalham eu converso com eles, esclareço dúvidas e coloco questionamentos. Como fechamento, discutimos as soluções que os grupos deram para os desafios.
      Também procuro trabalhar na linha do construtivismo, conforme a professora Rosa do texto, porque o construtivismo produz conhecimento em uma perspectiva não formal ou, se quiser apenas formalizante. Como modelos pedagógicos e modelos epistemológicos, podemos afirmar que existem três diferentes formas de representar a relação ensino/aprendizagem escolar ou, mais especificamente, a sala de aula.
     Em minha sala de aula também penso como a professora Rosa do texto, pois eu também acho que o professor precisa escutar os seus alunos, saber quais são as suas dificuldades, quais são os interesses. Eles definem o que vai ser trabalhado na aula, eu nem me meto. Pode parecer bagunça, mas as crianças precisam de um ambiente que permita a expressão da sua criatividade. Faço minhas as palavras dessa professora.
    Discordo completamente do professor Cravo, que pensa que tem uma grande diferença do planejamento que utiliza na escola particular e naquele trabalha. Acha que os alunos não têm condições de acompanhar! Se desse tudo o que trabalha, iria acabar reprovando a maioria. O professor só está preocupado com a incomodação que daria.
    A fala do diretor Antúrio é bem a fala da minha diretora: Mas eu estou preocupado com o aumento da indisciplina na nossa escola. Na semana passada fui nas aulas de alguns professores não vou citar nomes e encontrei a maior bagunça. O professor precisa ter o controle da turma, ele fala e os alunos atendem. A escola sempre existiu para mostrar para as novas gerações o que se espera delas: dominar os conteúdos e ser disciplinado. Quem não concorda com isso deve procurar outra escola.
    Infelizmente existem muitos diretores Antúrio que só criticam o trabalho do profissional sem incentivar e motivar  o trabalho dos seus educadores.
    
     
 Nome: GIMENA BARBOSA GIMENEZ
Turma: E

INOVAÇÃO PEDAGÓGICA

Com esta atividade consegui refletir o que é Inovação Pedagógica e o que ela está diretamente relacionada.

Ao meu ver a Inovação Pedagógica está diretamente relacionada à prática pedagógica do professor da educação superior e entendida como ruptura paradigmática, atitude que possibilita reconfigurar conhecimentos de modo a anular ou diminuir a distância estabelecida pela Ciência Moderna entre senso comum e conhecimento científico, objetivo/subjetivo, corpo/mente e cognição/afetividade.

Unidade 1 - Atividade 2 / Grupo. Conceitos, Funções, Histórias e Desafios da EJA


Com este trabalho da EJA, nós do grupo conseguimos entender os conceitos e as funções da Educação de Jovens e Adultos no Brasil. Conseguimos conhecer também um pouco da história da EJA e quando ela começou.


Educação de Jovens e Adultos no Brasil
Ana Paula Brasil Gimenez
Antonia Avanildes Cardoso
Gimena Barbosa Gimenez
Mara Lúcia Pereira da Silva
Marcia Saraiva dos Reis

(01) Quais são e como se definiram os conceitos e as funções da educação de jovens e adultos
          Ao longo da história da educação muitas experiências foram desenvolvidas na EJA. Artigos foram escritos, pesquisas realizadas, cursos e seminários apresentados. Porém a partir do ano 2000 destaca-se a estruturação da Secretaria de Educação continuada, alfabetização, diversidade e Inclusão (BRASIL, MEC/SECADI), que tem a função de promover políticas e programas voltados à potencialização do papel da educação nas mudanças culturais e sociais, assim como contribuir para a redução das desigualdades educacionais por meio da participação de todos os sujeitos em políticas que assegurem a ampliação do acesso à educação.
       A EJA destina-se aos alunos que não tiveram acesso à escola na idade própria ao ensino fundamental e ao ensino médio que não puderam dar continuidade aos estudos. Isto significa, que jovens e adultos estão fora da escola, tiveram talvez o acesso à escola, mas não tivesse a sua permanência, foram excluídos do acesso educacional por algum motivo. Essa modalidade de ensino vem para contribuir de forma significativa para o desenvolvimento destes sujeitos.
(02) Elaborar uma linha do tempo da história da EJA:
Linha do tempo da história da EJA





1985- Decreto 91980  25/11/85 substitui o MOBRAL e cria a Fundação Educar
                                   2004- Educação de Jovens e Adultos- Secretaria de educação Continuada e Alfabetização e Cidadania ( SECAD).





3) Quais seriam os desafio da EJA

        Acreditamos que o principal desafio para a EJA no Brasil está em reconhecer a fala e a trajetória de vida desses sujeitos antes de qualquer prática. Isto quer dizer que é importante que se possibilite a esses estudantes perceberem na sua história a sua identidade quanto a raça, gênero, etnia, classe social.
       O desafio para a EJA também estará na formação do educador de Jovens e Adultos para além do curso de Pedagogia, renovação de currículo interdisciplinar e transversal, de forma que essa modalidade de ensino se constitua como direito e não uma função assistencialista de governo ou da sociedade.


Professor Reflexivo

     A décima postagem refere-se ao dia 26 de julho de 2017, conforme mostra o link: https://gimenabgimenez.blogspot.com/2017/07/professor-r...